Quando sempre é suscptível, na incerteza e intransigência do tempo, que anda, e dependente de quem, corre. Que consequentemente dá as cartas alheias na mesa ou as retorna ao baralho, e que ainda por si não tem uma sina compreensível aparente.
Ah se até de dia fosse noite ou se minha admiração se aguçasse como nesta, também no período diurno, onde a lua, que na minha rua sempre fica só comigo, agregando a memória, transpassada em mim a dor e a frustração que correm no mesmo fio, no releton sempre frio demais, com ainda as quatro fases e seus processos, além das posições. Particularmente, bem latente mesmo, penso que quer dar a entender que toda a palilogia das noites e madrugadas com que acompanho ainda deve haver o interessnate, por que eu deva sempre procurar para que mais uma vez não passe despercebido, eu, haverei de me levantar da calçada, com relento e asfalto frio e procurá-la para sentir uma novidade, mesmo ela não estando no escuro onde quase sempre aparece, embora não aparecendo mesmo ainda será uma novidade: triste e repetitiva, mas novidade.